Novos tablets agilizam atendimentos no Samu em Belford Roxo


BELFORD ROXO - O Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu) de Belford Roxo agora conta com um reforço para socorrer vítimas. O motivo disso são os três novos tablets modernos que as equipes receberam para agilizar os serviços ao receberem informações detalhadas das ocorrências enviadas pela Cisbaf (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense). A sede do Samu em Belford Roxo fica na Avenida José Mariano dos Passos, s/n, bairro Prata. A equipe é composta por 38 funcionários, sendo 15 condutores, 10 técnicos, sete enfermeiros, cinco administradores e um médico. Os socorristas contam com três ambulâncias, sendo duas básicas e uma avançada e realizam em média cerca de mil atendimentos ao mês.

Segundo o diretor do Samu, Cássio Brayner, antes dos tablets, os dados das ocorrências eram passados somente por telefone. “Agora com os tablets, temos mais segurança ao ler os dados, pois por telefone podia acontecer falha na comunicação e dificuldade em entender o profissional que estava na linha passando o nome do paciente, o endereço, local de referência. Com os dados digitados, ganhamos mais tempo, pois vem tudo bem detalhado”, informou.

A enfermeira, Christine Helen e a administradora Elen Regina Duarte acrescentaram ainda que o tablet veio acompanhado de um telefone para as equipes. “Ele serve para complementar e agilizar ainda mais o serviço. Só recebemos telefonemas da Central Reguladora e em casos específicos, se for preciso falar com algum profissional dentro da ambulância ou caso aconteça algum problema”, explicaram.

Objetivos do Samu 

O Samu tem o objetivo de chegar rapidamente à vítima após ter ocorrido alguma situação de urgência ou emergência. Os profissionais realizam atendimento em qualquer lugar e contam com equipes que reúnem médico, enfermeiro, auxiliares de enfermagem e condutores socorristas. O atendimento do Samu começa pelo telefone 192, quando são prestadas orientações sobre as primeiras ações e em seguida a ligação é passada para um médico regular que irá fazer perguntas de protocolo para saber a situação real da vítima. O médico ainda orienta a pessoa para que adote procedimentos que possam minimizar possíveis sequelas até que o socorro chegue ao local e prevenir atitudes inadequadas que possam prejudicar o paciente.

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