Belford Roxo discute Síndrome de Down e Autismo em encontro da Educação


BELFORD ROXO - A Divisão de Educação Especial (DEE) da Secretaria de Educação de Belford Roxo realizou no auditório da Igreja Batista de Heliópolis, o VI Encontro Marcado: Síndrome de Down e Autismo, com o tema: Dialogando sobre os transtornos de aprendizagens e ações pedagógicas possíveis numa perspectiva inclusiva, abordando diversas temáticas pertinentes ao público alvo da DEE, o estudante com deficiência. A Secretaria de Educação recebeu alimentos não perecíveis para doação. Uma palestra sobre Transtornos Funcionais Específicos foi ministrada pela fonoaudióloga e professora, Mara Monteiro da Cruz, para os professores da Educação Especial, especialistas e da sala de recurso, normalistas e convidados. O evento contou também com um intérprete de Libras.

Participaram do evento a secretária adjunta de Educação, Eneila Feitosa, as secretárias executivas, Késia Macedo, Hisolda Rodrigues, Patrícia Sampaio e Fátima Duarte, o diretor de Ensino, Wagner Devens, a chefe da Divisão da EJA (Ensino para Jovens Adultos), Tatiana Barbosa, chefe da Divisão de Educação Especial, Célia Domingues, assessora Executiva, Geise Wyterlin, diretora do CEDERJ, Deisely Coutinho, coordenadora do Movimento Orgulho Autista Brasil (MOAB) do Rio de Janeiro, responsável pelo Ensino Fundamental, Simone Ramos, e o secretário especial de Políticas Públicas, Márcio Cunha.


A Chefe de Divisão da Educação Especial, Célia Domingues, explicou o objetivo do encontro. “O evento contribuiu para uma reflexão sobre a Síndrome de Down e o TEA (Transtorno do Espectro Autista), considerando a abrangência de ambas as deficiências, possíveis intervenções, a importância das ações intersetoriais a relevância das práticas pedagógicas”, destacou. Célia ainda ressaltou que na rede municipal de ensino, aproximadamente 150 estudantes possuem transtorno do espectro autista e 600 estudantes, deficiência intelectual. A secretária executiva, Késia Macedo, disse que se identifica com a área da educação especial. “Ela se faz presente na minha vida por diversos aspectos. Tenho um tio com síndrome de down. Quando queriam colocar o ensino regular na Albert Sabin, eu fui contra”, destacou Késia.


A DDE informou ainda que de acordo com a Lei 13146 de 6 de Julho de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência , em seu capítulo IV, artigo 27, a educação constitui direito da pessoa com deficiência assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características , interesse e necessidades de aprendizagem. Desta forma o estudante com deficiência ao ser matriculado na rede municipal de ensino tem como suporte o atendimento educacional especializado (AEE).

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