Belford Roxo discute Vigilância Sociassistencial em roda de conversa


BELFORD ROXO - A Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Semasc) de Belford Roxo realizou uma roda de conversa com os profissionais do SUAS (Sistema Único de Assistência Social) para falar sobre a importância da Vigilância Socioassistencial, nesta quinta-feira (27). O encontro aconteceu no auditório do CEO (Centro de Especialidade Odontológica) da Prata e foi ministrado pela coordenadora do setor de Vigilância Socioassistencial, Érica Trajano e pelo pedagogo Alan Pimenta. Durante o evento, aconteceu também o lançamento da cartilha de Vigilância Socioassistencial com as ações básicas do setor, as atividades que estão em desenvolvimento e demais informações.

A Vigilância Socioassistencial tem como ponto de partida o próprio conhecimento produzido e acumulado das equipes técnicas da assistência social. As unidades de Proteção Social Básica e Proteção Social Especial, nas quais são ofertados os serviços e benefícios socioassistenciais, são provedoras de informações para a Vigilância Socioassistencial sempre que registram e armazenam dados relativos ao território e ao perfil dos usuários, além de informações referentes ao tipo e ao volume de atendimentos que realizam, contribuindo assim para o mapeamento de situações de risco e vulnerabilidade e de eventos de violações de direitos em determinado território.


O evento teve por objetivo conscientizar as equipes dos diversos equipamentos da importância de sua contribuição no desempenho das ações do setor de Vigilância Socioassistencial. O secretário de Assistência Social e Cidadania, Diogo Bastos, afirmou que desde a época em que a deputada federal, Daniela do Waguinho estava à frente da pasta, havia uma preocupação em organizar a equipe do setor com funcionários efetivos. “Dessa maneira, o setor tem funcionários que realmente tem condições de dar continuidade ao serviço, independente do gestor ou do partido que esteja no governo”, ressaltou.

Ainda de acordo com o secretário, esse é um setor que faz diagnóstico, trabalha com dados que são alimentados no sistema do governo federal e no Estado e também pode se criar mecanismos para fazer a mensuração dos dados e analisar os próprios que os técnicos produzem, através dos equipamentos. “Com isso, podemos produzir dados concretos para que o gestor tenha condições de tomar decisões dos investimentos necessários dentro dos recursos disponíveis que a assistência tem”, finalizou.

Novo setor

Segundo a coordenadora de Vigilância Socioassistencial, Erica Trajano, esse é um setor novo na semasc, embora tenha começado a ser implantado em janeiro desde ano. “Mas desde o início dessa gestão já havia uma preocupação de estar implantando esse setor devido à importância dele de estar transformando os dados que já são apresentados a gestão e ações de qualidade, de estar melhorando os nossos serviços e as políticas públicas. Também tivemos o lançamento da cartilha e passamos aos técnicos a importância deles nesse papel de estar contribuindo cada vez mais para o setor”, informou Erica.

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